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No dia 18 de junho, a Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados promoveu uma audiência pública sobre o aplicativo de carona remunerada Uber, conforme requerimento do deputado Alfredo Kaefer (PSDB/PR). Na ocasião, o presidente da Abracomtaxi, Edmilson Americano, foi aplaudido por lideranças de taxistas de todo o País durante seu discurso contra o transporte clandestino. O dirigente também recebeu o apoio de diversos parlamentares, entre eles o deputado federal Bruno Covas (PSDB/SP).

O deputado federal Bruno Covas (PSDB/SP) teceu duras críticas à Uber e se posicionou a favor dos taxistas

O deputado federal Bruno Covas (PSDB/SP) teceu duras críticas à Uber e se posicionou a favor dos taxistas

Bruno Covas fez questão de destacar que a Uber promove uma concorrência tanto ilegal quanto desleal. “Mesmo que a rosa tivesse outro nome, ela teria o mesmo perfume”, afirmou Bruno Covas no inicio do seu depoimento. “Se o serviço é pegar uma pessoa em algum lugar e levar essa pessoa para outro e cobrar por isso, você pode chamar do que quiser: de Uber, de Câmara dos Deputados, de Pau Brasil, mas a verdade é que é o mesmo serviço que os taxistas fazem”, completou o parlamentar.

Americano elogiou a declaração do deputado e salientou que a definição de Covas serve de orientação e alerta para toda a sociedade civil e parte da opinião pública, que têm sido seduzidas pela suposta modernidade tecnológica que sustenta o transporte clandestino de passageiros feito por meio do aplicativo.

Alfredo Kaefer (à esquerda) e Edmilson Americano (à direita) participam de audiência da Comissão de Viação e Tranportes da Câmara.

Alfredo Kaefer (à esquerda) e Edmilson Americano (à direita) participam de audiência da Comissão de Viação e Tranportes da Câmara.

“A Uber, travestida de moderninha por se valer de um aplicativo, realiza, na prática, um grande golpe contra a soberania nacional, contra a renda dos trabalhadores taxistas e desrespeita frontalmente a legislação brasileira que foi estabelecida para proteger os passageiros transportados pelos serviços públicos de táxi”, afirmou Americano.
Segundo o presidente da Abracomtaxi, a entidade e os taxistas por ela representados não são contra a tecnologia em geral e os aplicativos que vinculam os táxis legalizados com os passageiros. “Somos radicalmente contra o aplicativo Uber por ele se infiltrar, ilegalmente, no serviço de táxi brasileiro, não recolher impostos e transferir seus lucros para o exterior e, ainda, por tentar iludir a opinião pública brasileira com sua suposta modernidade”, concluiu Americano.

 

 

23 de junho de 2015
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3 de junho de 2015
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29 de maio de 2015
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15 de maio de 2015
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